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domingo, 4 de dezembro de 2011

Fique atento! Peixe Panga a venda nos mercados do Brasil


"O panga é um novo tipo de peixe que encontramos sobretudo sobre a forma de filetes, a um preço muito barato.O panga é um peixe de cultura intensiva/industrial no Vietnam e, mais exatamente no delta do rio Mekong, e está a invadir o mercado devido ao seu preço.

Eis o que deve saber sobre o Panga:

Os Pangas estão infestados com elevados níveis de venenos e bactérias. (arsênio dos efluentes industriais tóxicos e perigosos subprodutos do crescente setor industrial, metais contaminantes, bifenilos poli clorados (PCB), o DDT e seus (DDTs), clorato, compostos relacionados (CHLs), hexaclorocicloexano isómeros (HCHs), e hexaclorobenzeno (HCB)).

O rio Mekong é um dos rios mais poluídos do planeta.

Não há nada de natural nos Pangas - Eles são alimentados com peixes mortos restos e ossos de secas e de solo transformados numa farinha, da América do Sul, a mandioca (mandioca) e resíduos de soja e grãos. Obviamente, este tipo de alimentação não são e não tem nada a ver com a alimentação num ambiente natural.
Ela mais não faz do que assemelhar-se ao método de alimentação das vacas loucas (vacas que foram alimentadas com vacas, lembra-se?). A alimentação dos pangas está completamente desregulada. O panga cresce 4 vezes mais rápido do que na natureza ...


Além disso os pangas são injetados com PEE - alguns cientistas descobriram que se injetassem as fêmeas pangas com as hormonas femininas derivadas de desidratado de urina de mulheres grávidas, a fêmea Panga produziria os seus ovos muito rapidamente e em grande quantidade, o que não aconteceria no ambiente natural (uma Panga passa a produzir assim aproximadamente 500.000 ovos de uma vez). Basicamente, são peixes com hormonas injetáveis (produzidas por uma empresa farmacêutica na China) para acelerar o processo de crescimento e reprodução. Isso não pode ser bom.

Ao comprar pangas estamos a colaborar com empresas gigantes sem escrúpulos e gananciosas que não se preocupam com a saúde e o bem-estar dos seres humanos.
Este comércio está a ser aceito por grandes superfícies que os vendem ao público em geral, sabendo que estão a vender produtos contaminados.
  
Nota: devido à prodigiosa quantidade de disponibilidade de Pangas, este irá acabar noutros alimentos: surimi (aquelas coisas com pasta de peixe), peixe terrines e, provavelmente, em alguns alimentos para animais (cães e gatos!)."

Pause o som do blog e assista a esse vídeo com uma bióloga da WWF. Infelizmente ele está em alemão, porém as imagens falam por si só...


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Gordura trans - fique atento aos alimentos industrializados


"A gordura trans é um tipo específico de gordura formado a partir de um processo de hidrogenação natural ou industrial, que transforma óleos vegetais líquidos em uma gordura sólida com a finalidade de melhorar a consistência e validade de alguns produtos, estando presente principalmente nos alimentos industrializados. Os alimentos de origem animal como leite e derivados e carnes possuem naturalmente pequenas quantidades desse tipo de gordura.

O consumo excessivo da gordura trans se faz prejudicial para a saúde humana, com o efeito de aumento do colesterol total e também do ruim (LDL) e redução dos níveis do bom colesterol (HDL), e o consumo desse tipo de gordura não traz nenhum tipo de benefício a saúde humana.

A leitura dos rótulos dos alimentos permite verificar a presença da gordura trans nos mesmos, e a partir disso é possível fazer escolhas mais saudáveis, dando preferência aos isentos ou com pequenas quantidades dessa gordura.
A maior preocupação deve ser com os alimentos industrializados como sorvetes, batatas-fritas, salgadinhos de pacote, produtos de pastelaria, bolos, biscoitos, margarina e produtos preparados com margarina.

Não existe um requerimento para ingestão das gorduras do tipo trans, um valor que deva ser consumido diariamente, recomenda-se que a ingestão seja a mínima possível, mas já está elucidado que não se deve consumir mais do que 2g por dia. Para saber se um alimento é rico em gordura trans basta olhar a quantidade por porção.
Uma dica é verificar a lista de ingredientes do alimento, pois através dela é possível identificar a adição de gorduras hidrogenadas durante o processo de fabricação."

sábado, 29 de outubro de 2011

Milho transgênico altera ratos, diz estudo


Uma pesquisa realizada pela multinacional Monsanto apontou que ratos alimentados com uma dieta rica em milho geneticamente modificado (GM) desenvolveram rins menores e alterações em seu sangue. A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Independent.


Segundo o relatório, confidencial e mantido sob segredo, esses problemas de saúde não apareceram em outro conjunto de roedores, alimentados com produtos convencionais, para servir de grupo de controle para comparação dos resultados.

De acordo com o jornal The Independent, o novo estudo da Monsanto é feito com um milho, com codinome MON 863, que foi modificado para se proteger contra uma larva de besouro, que a empresa descreve como "uma das pragas mais perniciosas a afetar plantações de milho ao redor do mundo".

Agora, diz o jornal britânico, qualquer decisão de permitir que o milho seja comercializado no Reino Unido irá causar "alerta generalizado". Os detalhes completos da pesquisa com os ratos estão no relatório principal, que a Monsanto se recusa a divulgar por considerar que ele "contém informações confidenciais de negócios que poderiam ter uso comercial por nossos competidores". 

Fonte: terra.com

domingo, 9 de outubro de 2011

Não engula essa!


Um grande perigo está presente na forma de uma "última novidade" das multinacionais do ramo químico, os organismos geneticamente modificados (também conhecidos como transgênicos), por considerar que os resultados de sua aplicação no meio ambiente são imprevisíveis, incontroláveis e desnecessários.

O objetivo da engenharia genética é transferir genes de uma espécie para outra, visando adicionar alguma propriedade nova a uma outra planta ou animal. Por exemplo, tornar plantas resistentes à aplicação de herbicidas ou antibióticos, de modo que os agricultores possam aumentar o uso desses agrotóxicos, sem matar os seus cultivos. Alguns tipos desses organismos geneticamente modificados (OGMs) já estão sendo cultivados em escala comercial e são ingeridos como alimentos em algumas partes do mundo, como a soja RR da Monsanto, o milho BT da Novartis, e a canola BT, também da Novartis.

O Greenpeace se opõe à esse tipo de experiência, porque sabemos que as conseqüências nocivas de novas tecnologias muitas vezes só poderão ser percebidas após muitos anos.

Entre as possíveis conseqüências da engenharia genética, os cientistas prevêem o empobrecimento da biodiversidade. As plantas geneticamente modificadas podem cruzar com variedades naturais, levando à perda de biodiversidade agrícola. Também podem levar ao aparecimento de "super-pragas" e ao desequilíbrio ecológico do solo, contaminação dos solos e lençóis d’água, devido ao uso intensificado de agrotóxicos.

Conseqüências preocupantes para a saúde humana seriam o aparecimento (ou o aumento) de alergias provocadas por alimentos geneticamente modificados, o aumento da resistência a antibióticos e o aparecimento de novos vírus, mediante a recombinação de vírus "engenheirados" com outros já existentes no meio ambiente.

Caso algumas dessas conseqüências negativas da engenharia genética ocorram, será impossível controlá-las, pois à diferença de outros poluentes químicos, os OGM, por serem formas vivas, são capazes de sofrer mutações, se multiplicar e se disseminar no meio ambiente. Ou seja, uma vez aí introduzidos, não podem ser removidos.

Finalmente, o Greenpeace considera uma peça de cinismo "marquetológico" o argumento de que a engenharia genética ajudará a reduzir a fome nos países pobres. Os especialistas nesse tema são unânimes em afirmar que a melhor maneira de garantir a segurança alimentar é proteger e desenvolver a diversidade das agriculturas locais, combater as práticas agrícolas que causam empobrecimento dos solos, poluição química e esgotamento dos recursos hídricos, estimular a agricultura familiar e comunitária e trabalhar para eliminar a pobreza.

As multinacionais que estão promovendo a engenharia genética são as únicas que têm a ganhar com essa perigosa experiência com a natureza. Mas infelizmente muito governos, seduzidos pelos lucros de curto prazo com que ela acena, têm financiado a pesquisa em engenharia genética e reduzido as restrições legais ao plantio e comercialização de alimentos geneticamente modificados. 


   

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Indústria põe cada vez mais celulose nos alimentos



É o pó de celulose: pedaços minúsculos de polpa de madeira e outras fibras de plantas que servem para revestir o queijo e impedir que ele se aglomere, bloqueando a umidade.

Fonte: CI Florestas

Indústria põe cada vez mais celulose no seu queijo.
Parte de uma variedade de aditivos industriais, a celulose é cada vez mais usada pela indústria de alimentos processados, dizem produtores. Os fabricantes de alimentos o usam para engrossar e estabilizar alimentos, substituir gordura e aumentar o teor de fibras e também para diminuir a necessidade de ingredientes como óleo e farinha, que estão ficando mais caros.

Os produtos, as gomas e as fibras de celulose permitem que um cozinheiro aplique queijo no jantar sem ter que ralá-lo, e também que os fabricantes ofereçam pão branco com alto teor de fibras e sorvete light que mantém a consistência cremosa para o paladar.

Os aditivos de celulose pertencem a uma família de substâncias conhecidas como hidrocolóides, que interagem de várias maneiras com a água, às vezes criando gelatinas, por exemplo.

O alto custo de matérias-primas como farinha, açúcar e petróleo está ajudando a aumentar a popularidade desses aditivos, dizem os produtores desses ingredientes.

A demanda por celulose também está subindo por causa da popularidade crescente dos alimentos processados na China, na Índia e em outros países, e também devido às exigências das pessoas que preferem alimentos com pouca ou sem gordura, mas que mantenham a textura cremosa.

Embora alguns fabricantes de alimentos afirmem que não estão aumentando a porcentagem de celulose em seus produtos, outros estão impulsionando o teor de fibra de seus alimentos graças à celulose e outros ingredientes. As empresas podem economizar com esses aditivos, embora eles custem mais por peso que os ingredientes convencionais. A celulose dá aos alimentos “mais água, mais ar, uma sensação cremosa na boca, mas precisando menos dos outros ingredientes”, e também é preciso usar apenas uma pequena quantidade, diz Niels Thestrup, vice-presidente do departamento de hidrocolóides da dinamarquesa Danisco SA. Sediada em Copenhague, a empresa fabrica ingredientes e enzimas para alimentos, produtos de limpeza e outros.

A celulose é especialmente popular porque pode ser usada de muitas maneiras nos alimentos e é relativamente barata, com uma das variedades produzidas pela Danisco custando entre US$ 5,50 e US$ 6,60 por quilo, diz Thestrup. As vendas de hidrocolóides da empresa estavam subindo entre 3% e 5% por ano na última década, mas nos últimos dois anos têm crescido entre 6% e 8%.

Até mesmo os alimentos orgânicos podem conter celulose.

A Organic Valley, empresa americana que tem produtos como laticínios e suco de laranja, usa pó de celulose originado da polpa de madeira em seus queijos ralados. A empresa gostaria de não ter de usar um ingrediente sintético, mas a celulose não tem sabor, é branca e repele a umidade, o que a torna a melhor escolha em vez de produtos como o amido de batata, diz Tripp Hughes, diretor de marketing de produto da Organic Valley.

A celulose vem em várias formas, cada uma com um uso específico. Além da celulose em pó, outras duas formas modificadas são comuns na alimentação. A celulose microcristalina é listada nos rótulos pelo nome em extenso, como MCC (em inglês) e, em alguns casos, como gel de celulose. A carboximetil celulose, ou goma de celulose, outra versão modificada, é listada como tal nos rótulos. Cada uma delas dá aos alimentos uma textura ligeiramente diferente – de gelatinosa a mais líquida – porque capturam volumes variados de água ou ar.

O pó de celulose é produzido pelo cozimento da fibra vegetal crua – geralmente madeira – em vários químicos, para separar a celulose, que depois é purificada. Versões ainda mais modificadas passam por mais processamento, como a adição de ácido para quebrar ainda mais as fibras.

Nutricionistas dizem que a celulose – que serve para dar forma às plantas – é uma fibra inofensiva que muitas vezes pode diminuir as calorias dos alimentos. Fibras insolúveis como a celulose não podem ser digeridas por humanos, portanto aumentam o volume dos alimentos sem os tornar mais calóricos.

A celulose também pode ser uma boa fonte de fibra na dieta de pessoas que não comem frutas, vegetais ou GRÃOS integrais suficientes, diz Slavin.

A Kraft Foods Inc. usa variações da celulose de algodão ou da polpa de madeira em produtos como o queijo ralado e o molho de salada. “A celulose tem propriedades únicas, o que a torna a melhor escolha para desempenhar certas funções, como adensamento, antiaglutinação e substituição de gordura”, diz a porta-voz Susan Davison.

A Kraft e a Organic Valley afirmam que a celulose corresponde a menos de 1% de seus queijos ralados. Uma porta-voz da Nestlé SA diz que a empresa usa vários tipos de celulose para melhorar a textura de certos produtos.

A produtora de carne Tyson Foods Inc. usa celulose em alguns produtos pré-cozidos, para ajudar a manter o empanado ou o glacê dos produtos, mas não o usa para aumentar o volume dos alimentos, disse um porta-voz. A Kellogg Co. está usando a celulose e outras fibras, como o psyllium e o farelo de GRÃOS, para aumentar o teor de fibras em seus produtos, disse uma porta-voz.


Fonte: geoamb.wordpress.com